9 de outubro de 2011

Saudade, só de imaginar

Quando imagino o tamanho da distância, me arrepio. É a distância do tempo, o seu comprimento. E a distância do Atlântico. Um frio na espinha. Sinto um medo gigante. Não sei o que será, mas alguma coisa vai ser. É um ou outro. Porém, duma coisa tenho certeza, Guilherme: você vai estar bem pertinho, bem dentro, do meu pensamento, do meu coração. Todo santo dia. Cá ou acolá.

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