3, Stuttgart.
Engraçado como mudar de lugar faz a gente mudar de ideia. Para mim, muros sempre significaram alguma maneira de exclusão. Aqui em Stuttgart, porém, percebi que uma boa parte do parque Schloss garten tem muros, para barrar o ruído das avenidas e, mesmo assim, o parque é seguro e bonito. E os arredores não foram desvalorizados por muros. Não defendo os muros agora, mas não acho mais que eles são necessariamente segregatórios... Penso na praça Victor Civita e nas soluções adotadas... Penso nos professores da FAU dizendo que vegetação não "disfarça" muro. Quando voltar, vou pedir para eles que imaginem os parques que tenho visto sem a vegetação rente ao muro, quão horríveis ficariam. E eles funcionam muito bem como estão! São mais ocupados e utilizados do que qualquer parque que já vi no Brasil!

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