Lua nova, um pouco minguante
Na estrada mais uma vez, sem sono, fiquei observando a lua enquanto ia caindo a noite devagar por trás do mato. Era um risquinho tão fininho que quase não se via, parecia que ia quebrar. Quase caía do céu, talvez na tentativa de se desprender de vez de um corpo velho e pesado para flutuar eternamente pelo Universo. Se pendurava no nada.
E não era pra ser minguante: já é lua nova desde ontem. É nova, mas ainda tá minguando. E falta uma lasquinha pra se desprender de vez dessa lua que quer logo se perder por aí! Não por aí simplesmente, mas por onde só ela sabe.
É que quando é novo, algumas coisas - sabe-se lá por quê - continuam a minguar! Talvez seja um tempo de adaptação.
Na estrada mais uma vez, sem sono, fiquei observando a lua enquanto ia caindo a noite devagar por trás do mato. Era um risquinho tão fininho que quase não se via, parecia que ia quebrar. Quase caía do céu, talvez na tentativa de se desprender de vez de um corpo velho e pesado para flutuar eternamente pelo Universo. Se pendurava no nada.
E não era pra ser minguante: já é lua nova desde ontem. É nova, mas ainda tá minguando. E falta uma lasquinha pra se desprender de vez dessa lua que quer logo se perder por aí! Não por aí simplesmente, mas por onde só ela sabe.
É que quando é novo, algumas coisas - sabe-se lá por quê - continuam a minguar! Talvez seja um tempo de adaptação.

1 Comentários:
Sim, que coisa estranha este texto fez um sentido enorme. De fato desde ontem as coisas estão muito mudadas para mim. Preciso te contar. Mas resolvi, talvez em vão, desde ontem me adaptar. Era 2a feira e deveria ser lua nova. Mas ainda tinha um resquício da velha, tentando apenas se desprender. Ah que linda, mesmo de longe vc me entende!
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