28 de agosto de 2010

Cordilheira dos Andes

Ao teus pés, uma imensidão de areia branca, puro sal.
Tudo entre o muro gigante e a desvairada estrada de terra.
Eu deixo o muleque correr, vai irmão, segue os passos que dei outrora.
Volto pra buscar meu pai, não se abandona alguém que se ama assim, sem despedida.
Aqui tudo é tão grande e ainda existe o outro lado do muro.
Mas não se chega lá correndo em sua direção.

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