O louco e a cidade II (o I não existe fora do sonho)
Centro de sempre: pessoas, muitas pessoas. Manhã de sempre: quente, tranquila, brasileira, campineira. E um louco atira pedras. Não, o louco atira garrafas, infinitos cacos de vidro, cada vez mais ínfimos. Alguns juntam-se ao louco. Dessa vez, eu estou com a maioria: fugindo e tentando me proteger. E a cidade é uma assustadora selva de vidros estilhaçando ininterruptamente.

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