Acostumada
Vi, pois, que me acostumei com a mentira. Antes eu farejava por ela (mania?) e, muitas vezes, encontrava coisas ruins. E como elas me doíam, como me despertavam vontades de morrer!
Perdi o olfato, também perdi o saco para ficar correndo atrás de hipóteses infernais, que não me deixavam dormir. Estou eu, sem saco, e eis que a mentira aparece de novo na minha frente: dou uma tremidinha, mas contenho a minha raiva, pois também não tenho mais saco para brigas. Percebi que estou acostumada a ser enganada e trapaceada. Acostumei-me à mentira e sei, não, isso não está certo. Dói. Mas eu tento não pensar nisso.
Perdi o olfato, também perdi o saco para ficar correndo atrás de hipóteses infernais, que não me deixavam dormir. Estou eu, sem saco, e eis que a mentira aparece de novo na minha frente: dou uma tremidinha, mas contenho a minha raiva, pois também não tenho mais saco para brigas. Percebi que estou acostumada a ser enganada e trapaceada. Acostumei-me à mentira e sei, não, isso não está certo. Dói. Mas eu tento não pensar nisso.

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