No divã
Quero liberdade para escrever.
Mas talvez eu queira liberdade vigiada.
Talvez ainda não seja bem isso: não quero que vejas, quero que compreendas. E isso está fora do meu alcance: me fazer entender.
Ainda quero algo mais fora da realidade: queria que, além de ser compreendida, as coisas pudessem tomar um rumo que me fizesse sentir: sou livre. E me sentindo otimista.
Queria voltar para 1988 e fazer as coisas darem certo.
Eu queria um psicólogo. Mas por enquanto fico com o blog.
Aliás, a penúltima psicóloga ficou com meus papéis e nunca mais os vi. Talvez códigos binários sejam mais seguros, por mais abstrato que pareça.
E, se desse um pane geral e todos os arquivos digitais se perdessem, não ia achar ruim. Bom pra pensar na vida. Papel queimando é assim.
Mas talvez eu queira liberdade vigiada.
Talvez ainda não seja bem isso: não quero que vejas, quero que compreendas. E isso está fora do meu alcance: me fazer entender.
Ainda quero algo mais fora da realidade: queria que, além de ser compreendida, as coisas pudessem tomar um rumo que me fizesse sentir: sou livre. E me sentindo otimista.
Queria voltar para 1988 e fazer as coisas darem certo.
Eu queria um psicólogo. Mas por enquanto fico com o blog.
Aliás, a penúltima psicóloga ficou com meus papéis e nunca mais os vi. Talvez códigos binários sejam mais seguros, por mais abstrato que pareça.
E, se desse um pane geral e todos os arquivos digitais se perdessem, não ia achar ruim. Bom pra pensar na vida. Papel queimando é assim.

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