13 de janeiro de 2011

Sobre dentes e enchentes

Ando sonhando de novo com dentes podres, caindo, todos, fico pedindo ajuda para as pessoas. Mas não consigo dizer as palavras, pois minha arcada dentária fica dançando na minha boca. E elas não conseguem entender meus sussurros.
E então torno a sonhar com enchentes em lugares desabitados. Dessa vez, nem as nossas bicicletas se safaram. Peço ajuda de novo, ninguém se move. Estou desesperada demais para falar português claro. Ando na enchente, mas não encontro nada na água turva. Depois de desistir, a chuva pára e a enchente abaixa. Lá estão nossas velhas bicicletas, bem sujas de terra.

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