Explosões23 de novembro de 2009
ExplosõesEstou na iminência de explodir como uma estrela gorda, quente e pesada.
Quero espalhar o calor contido pelo espaço.
E depois respirar por todos os pedacinhos oprimidos. E viajar pelo universo, ser puxada por buracos negros, me chocar em outros planetas, mas, principalmente, voar.
Quero explodir mais que uma bomba atômica. Eu quero explodir inteira, não quero que reste nada.
Quero explodir menos que uma bomba atômica: longe de todos e sem muito barulho. Quero que meus estilhaços voem mais longe do que os de uma granada, que voem sem limitações e sem obstáculos! Que voem sozinhos!
Só quero desintegrar por completo e poder me banhar na escuridão e voar por aí, com uma luzinha de vaga-lume, em um mundo tão grande, tão grande e silencioso. Eu e o vazio, sentir o vazio das outras estrelas, sua distância, a nossa distância. Delas só ver o brilho longínquo e morto enquanto vivo.
Sou fascinada pelo Universo.
Regurgitações
Regurgito palavras. É doloroso na hora. Como vomitar, enche um pouco o saco na hora. Mas depois que sai tudo, me sinto limpa. A última vez que vomitei, estava doente da alma, e me senti botando todos os demônios pra fora. Que alívio.
Escrever é como vomitar. O que é ruim vai passando, fluindo pela nojeira, pelos restos. Algumas lágrimas, algum suor, alguns incômodos. Mas, da mesma maneira que a ruindade das coisas guardadas vai embora, a raiva também vai se diluindo com as palavras tiradas quase que aleatoriamente de dentro de mim. Vem palavra boa, palavra ruim. Acho que eu vomito sopa de letrinhas. Muitos anagramas a caminho. E desfazê-los todos.
Nada melhor do que vomitar.
Regurgito palavras. É doloroso na hora. Como vomitar, enche um pouco o saco na hora. Mas depois que sai tudo, me sinto limpa. A última vez que vomitei, estava doente da alma, e me senti botando todos os demônios pra fora. Que alívio.
Escrever é como vomitar. O que é ruim vai passando, fluindo pela nojeira, pelos restos. Algumas lágrimas, algum suor, alguns incômodos. Mas, da mesma maneira que a ruindade das coisas guardadas vai embora, a raiva também vai se diluindo com as palavras tiradas quase que aleatoriamente de dentro de mim. Vem palavra boa, palavra ruim. Acho que eu vomito sopa de letrinhas. Muitos anagramas a caminho. E desfazê-los todos.
Nada melhor do que vomitar.
Vida
A vida é um sopro e essa frase é de um velhinho que admiro muito enquanto humano. Nem que seja só por essa frase.
O que existia antes da vida? O que existe depois dela?
Podem dizer "nada". Mas nada é algo.
Se for nada, espero que nada seja a não-existência de muitas coisas.
Porém, sei que antes e depois são palavras. E palavras são criações vivas, entende?
Acho que a vida é um sopro mesmo, um sopro cheio de invenções.
A vida é um sopro e essa frase é de um velhinho que admiro muito enquanto humano. Nem que seja só por essa frase.
O que existia antes da vida? O que existe depois dela?
Podem dizer "nada". Mas nada é algo.
Se for nada, espero que nada seja a não-existência de muitas coisas.
Porém, sei que antes e depois são palavras. E palavras são criações vivas, entende?
Acho que a vida é um sopro mesmo, um sopro cheio de invenções.
Deus IV
Desisti de esperar. É bom você aparecer, antes que eu desapareça.
Sim, deus, eu estou chantageando você.
Eu sei que nada funciona com chantagem. Pelo menos, não sem sentir culpa. A não ser que o espírito seja muito duro.
Quer saber? Se você quiser, você que venha até mim porque eu cansei de te esperar. E hoje eu estou com muita raiva de você, quase do tamanho da raiva que eu sentia quando achava que tinha aprontado alguma, só porque eu tinha 7 anos de idade e achava que ia pro inferno porque era uma criança arteira.
Sabe, deus, se você fosse tão bom assim, não deixaria o mundo girar em torno de culpa.
Por que você não bota essa sua cara pra bater? Desce desse trono e vem ver o mundo aqui como ele é.
Eu estou muito brava com você, espero que você me leia de algum lugar.
Espero que você pelo menos exista, mas você não quer existir, né? É muito fácil te esconder, é muito fácil atacar.
Sabe, deus, desencana desse papo todo. Você nem deve estar me ouvindo, porque você é assim, tão iluminado, que não precisa ouvir, ver, falar ou qualquer coisa humana do tipo. Desencana dessa merda toda e brigada por não existir. Pelo menos, eu me recomponho sozinha.
Se cuida, que eu me cuido.
Desisti de esperar. É bom você aparecer, antes que eu desapareça.
Sim, deus, eu estou chantageando você.
Eu sei que nada funciona com chantagem. Pelo menos, não sem sentir culpa. A não ser que o espírito seja muito duro.
Quer saber? Se você quiser, você que venha até mim porque eu cansei de te esperar. E hoje eu estou com muita raiva de você, quase do tamanho da raiva que eu sentia quando achava que tinha aprontado alguma, só porque eu tinha 7 anos de idade e achava que ia pro inferno porque era uma criança arteira.
Sabe, deus, se você fosse tão bom assim, não deixaria o mundo girar em torno de culpa.
Por que você não bota essa sua cara pra bater? Desce desse trono e vem ver o mundo aqui como ele é.
Eu estou muito brava com você, espero que você me leia de algum lugar.
Espero que você pelo menos exista, mas você não quer existir, né? É muito fácil te esconder, é muito fácil atacar.
Sabe, deus, desencana desse papo todo. Você nem deve estar me ouvindo, porque você é assim, tão iluminado, que não precisa ouvir, ver, falar ou qualquer coisa humana do tipo. Desencana dessa merda toda e brigada por não existir. Pelo menos, eu me recomponho sozinha.
Se cuida, que eu me cuido.
Frustrações: para os meus pais
Frustrar-se é lembrar-se da humanidade que habita nosso íntimo. É se saber vulnerável, é se ver sem controle. Sinto-me como uma super-heroína de mim mesma e é sem querer, sem perceber. Quando algo me faz lembrar que não tenho nada de deus dentro de mim, eu me deixo corroer por sentimentos mesquinhos e, so0bretudo, pela dor inevitável.
É esperar que tenham algum tipo de comoção pelo nosso esforço homérico quando ele simplesmente é invisível aos olhos alheios.
O último estágio da frustração é o que mais machuca: se saber egoísta.
Frustrar-se é lembrar-se da humanidade que habita nosso íntimo. É se saber vulnerável, é se ver sem controle. Sinto-me como uma super-heroína de mim mesma e é sem querer, sem perceber. Quando algo me faz lembrar que não tenho nada de deus dentro de mim, eu me deixo corroer por sentimentos mesquinhos e, so0bretudo, pela dor inevitável.
É esperar que tenham algum tipo de comoção pelo nosso esforço homérico quando ele simplesmente é invisível aos olhos alheios.
O último estágio da frustração é o que mais machuca: se saber egoísta.
18 de novembro de 2009
Infernos
Dentre todos os infernos, o inferno de si é o com maior potencial de destruição. O mais difícil de sobreviver. De sair íntegra, apesar das feridas abertas. E eles vêm, não há o que fazer, eles vêm até a mim. E me sinto fraca. Está dentro de mim, mas é um monstro gigante, se desdobra em mil facetas e cresce em cima delas. Cresce sem que eu perceba. E vai me corroendo, me doendo.
Mas, quando eu olho para mim, estraçalhada em mim pedaços, eu ainda estou inteira. Tão inteira que posso até colar as partes que me faltam e descartar as que me machucam. E repetir esse processo até o infinito. Até eu esquecer que existem infernos. Até eu perder o medo e aceitá-lo de uma vez por todas, humana que sou.
Invernos
É tempo de recolhimento. Entro na toca para me aquecer. E lá me vejo melhor, estou sozinha, estou reclusa, sou só eu dentro de mim. E me vendo, vejo melhor o que há do lado de fora da toca.
Dentre todos os infernos, o inferno de si é o com maior potencial de destruição. O mais difícil de sobreviver. De sair íntegra, apesar das feridas abertas. E eles vêm, não há o que fazer, eles vêm até a mim. E me sinto fraca. Está dentro de mim, mas é um monstro gigante, se desdobra em mil facetas e cresce em cima delas. Cresce sem que eu perceba. E vai me corroendo, me doendo.
Mas, quando eu olho para mim, estraçalhada em mim pedaços, eu ainda estou inteira. Tão inteira que posso até colar as partes que me faltam e descartar as que me machucam. E repetir esse processo até o infinito. Até eu esquecer que existem infernos. Até eu perder o medo e aceitá-lo de uma vez por todas, humana que sou.
Invernos
É tempo de recolhimento. Entro na toca para me aquecer. E lá me vejo melhor, estou sozinha, estou reclusa, sou só eu dentro de mim. E me vendo, vejo melhor o que há do lado de fora da toca.
15 de novembro de 2009
Barroco
É hora de deixar morrerem algumas coisas.
De dar um tempo desse chiaroscuro.
E gozar um pouco do cinza, assoprando as cinzas para o vento carregar para onde for.
Afinal, já se passaram bons anos.
É hora de deixar morrerem algumas coisas.
De dar um tempo desse chiaroscuro.
E gozar um pouco do cinza, assoprando as cinzas para o vento carregar para onde for.
Afinal, já se passaram bons anos.
Deus III
O Deus que eu imaginava, que eu desafiava a vir falar comigo, me deu um belo chá de cadeira.
Então, procurei outros deuses. Muitas vezes, nessa longa espera, pensei tê-los encontrado.
Ingenuidade. Quanta mais eu procurava e acreditava estar perto, mais eu me desviava.
O Deus que eu imaginava, que eu desafiava a vir falar comigo, me deu um belo chá de cadeira.
Então, procurei outros deuses. Muitas vezes, nessa longa espera, pensei tê-los encontrado.
Ingenuidade. Quanta mais eu procurava e acreditava estar perto, mais eu me desviava.
Nathalie Soler
Outra grande mulher.
Me passa força. Com leveza.
Suas mil caras e bocas não são mais do que mera extensão de uma essência maravilhosamente humana.
Sou profundamente grata pelas mil besteirinhas gigantes que vivemos juntas.
Outra grande mulher.
Me passa força. Com leveza.
Suas mil caras e bocas não são mais do que mera extensão de uma essência maravilhosamente humana.
Sou profundamente grata pelas mil besteirinhas gigantes que vivemos juntas.
Unbearable
Dessa vez, o inglês dá um noção melhor de insustentabilidade do que o Português.
E é mais ou menos como o acaso. Só que aplicada à realidade da vida humana. Aplicada e intrínseca à reação. Ao piscar de olhos, ao derramar de lágrimas, à dor inesperada, ao desespero. E, em última instância, à conversão instantânea para o nada.
E um adeus não dado.
Dessa vez, o inglês dá um noção melhor de insustentabilidade do que o Português.
E é mais ou menos como o acaso. Só que aplicada à realidade da vida humana. Aplicada e intrínseca à reação. Ao piscar de olhos, ao derramar de lágrimas, à dor inesperada, ao desespero. E, em última instância, à conversão instantânea para o nada.
E um adeus não dado.
Registros
Ego necessitando de presente, passado e futuro. De criá-los, destruí-los e recriá-los.
O eu não necessita. O eu existe somente. Como os instantes.
No máximo, eles duram um pouco mais do que nós enquanto terráqueos.
No mínimo, eles distorcem o que se queria guardar.
Nada contra distorções.
E nada contra o que se é.
Ego necessitando de presente, passado e futuro. De criá-los, destruí-los e recriá-los.
O eu não necessita. O eu existe somente. Como os instantes.
No máximo, eles duram um pouco mais do que nós enquanto terráqueos.
No mínimo, eles distorcem o que se queria guardar.
Nada contra distorções.
E nada contra o que se é.
Quase desmaios
O som vai ficando distante, como se o ouvido fosse tampado aos poucos por uma nuvem densa. Vai ficando cada vez mais distante, longe, irreal. Fica um clima surreal.
A luz vai se apagando, mas de um jeito um pouco desesperador, diferente do primeiro. A visão se fecha como um diafragma em câmera lenta, muito lenta. Lenta e indecisa. Tem um pouco de vai-e-volta. Mas os ruídos vão sumindo com mais certeza de seu rumo. Desaparecem com precisão. Passam a fazer parte de outro plano, outra vida, outra cena.
Parece que estou num sonho que não é bom, mas que, no entanto, em nada se assemelha a um pesadelo. E então, com o pouco que me resta de percepção, sinto minhas pernas moles, estou quase caindo, não posso cair, não quero cair, alguém me ajuda, vou cair, não dá tempo de abrir esse pacote de biscoito, não dá tempo de comer nada, eu vou cair, não vou aguentar, eu quero aguentar, eu não consigo. Escolho o mais seguro: me sento no chão. Estou quase caindo, um pouco aqui, um pouco lá. Uma moça simpática tenta me ajudar a levantar. Tento levantar, não tenho muita força, não faço muito esforço. Queria derreter ali e sumir por alguns minutos. Eu estou suando demais, tá tudo muito longe, as vozes ao meu lado me tocam do infinito. E eu estou no chão.
Eu estou numa maca, suando frio ainda, mas recuperando a audição, a visão, o tato. Como é bom se sentir viva. Preciso de um chá bem açucarado e alguns biscoitos. Preciso andar, preciso respirar. Eu quero.
Há uns quatro anos, eu tentei me manter de pé em uma situação semelhante, mas o meu material escolar era muito pesado e eu tava mole demais. Espatifei no chão. Lembro de acordar numa maca com umas pessoas em volta. Mas antes de acordar, eu me lembro de estar lá, suando e com uma sensação que nunca esqueci: por algum motivo eu me vi num canto, sentada, encolhida, e pessoas passando de um lado para o outro em uma sala que nem existia. E ninguém me via ou ouvia. Uma situação semelhante e uma resposta contrária.
Hoje eu não vi nada, ninguém. Parecia um túnel e eu fui entrando em mim. Algumas maneiras de perceber o mundo (do eu e do não-eu) mudaram muito em mim nos últimos anos. Estão mudando.
Não é muito fácil lidar com esses quases. Ainda mais quando são tão longos, isto é, quando podem ser percebidos. Auto-controle é fundamental. A loucura já me cansou. Não quero mais a vida nesse prestíssimo. Gosto da paz. Paz de sentir, de acariciar, de descansar, de passar, de doar, de admirar, de agradecer, de ser.
O som vai ficando distante, como se o ouvido fosse tampado aos poucos por uma nuvem densa. Vai ficando cada vez mais distante, longe, irreal. Fica um clima surreal.
A luz vai se apagando, mas de um jeito um pouco desesperador, diferente do primeiro. A visão se fecha como um diafragma em câmera lenta, muito lenta. Lenta e indecisa. Tem um pouco de vai-e-volta. Mas os ruídos vão sumindo com mais certeza de seu rumo. Desaparecem com precisão. Passam a fazer parte de outro plano, outra vida, outra cena.
Parece que estou num sonho que não é bom, mas que, no entanto, em nada se assemelha a um pesadelo. E então, com o pouco que me resta de percepção, sinto minhas pernas moles, estou quase caindo, não posso cair, não quero cair, alguém me ajuda, vou cair, não dá tempo de abrir esse pacote de biscoito, não dá tempo de comer nada, eu vou cair, não vou aguentar, eu quero aguentar, eu não consigo. Escolho o mais seguro: me sento no chão. Estou quase caindo, um pouco aqui, um pouco lá. Uma moça simpática tenta me ajudar a levantar. Tento levantar, não tenho muita força, não faço muito esforço. Queria derreter ali e sumir por alguns minutos. Eu estou suando demais, tá tudo muito longe, as vozes ao meu lado me tocam do infinito. E eu estou no chão.
Eu estou numa maca, suando frio ainda, mas recuperando a audição, a visão, o tato. Como é bom se sentir viva. Preciso de um chá bem açucarado e alguns biscoitos. Preciso andar, preciso respirar. Eu quero.
Há uns quatro anos, eu tentei me manter de pé em uma situação semelhante, mas o meu material escolar era muito pesado e eu tava mole demais. Espatifei no chão. Lembro de acordar numa maca com umas pessoas em volta. Mas antes de acordar, eu me lembro de estar lá, suando e com uma sensação que nunca esqueci: por algum motivo eu me vi num canto, sentada, encolhida, e pessoas passando de um lado para o outro em uma sala que nem existia. E ninguém me via ou ouvia. Uma situação semelhante e uma resposta contrária.
Hoje eu não vi nada, ninguém. Parecia um túnel e eu fui entrando em mim. Algumas maneiras de perceber o mundo (do eu e do não-eu) mudaram muito em mim nos últimos anos. Estão mudando.
Não é muito fácil lidar com esses quases. Ainda mais quando são tão longos, isto é, quando podem ser percebidos. Auto-controle é fundamental. A loucura já me cansou. Não quero mais a vida nesse prestíssimo. Gosto da paz. Paz de sentir, de acariciar, de descansar, de passar, de doar, de admirar, de agradecer, de ser.
4 de novembro de 2009
3 de novembro de 2009
36
3 + 6 = 9
9 = 3²
6 = 3 + 3
6 = 2 x 3
36 = 9 x 4
9 = 3²
4 = 2²
3² = 3 x 3
3 x 3 = 3 + 3 + 3
2² = 2 x 2
2 x 2 = 2 + 2
36 = (3 + 3 + 3) x (2 + 2)
36 = (3 + 3+ 3)x 2 + (3 + 3 + 3)x 2
36 = 3 x 2 + 3 x 2 + 3 x 2 + 3 x 2 + 3 x 2 + 3 x 2
36 = 3 + 3 + 3 + 3 + 3 + 3 + 3 + 3 + 3 + 3 + 3 + 3 + 3 + 3 + 3 + 3 + 3 + 3 + 3 + 3 + 3 + 3 + 3 + 3
Resumindo, 36 = 36
Nomes e codinomes.
Tantas formas de escrever algo que nem existe por si...
3 + 6 = 9
9 = 3²
6 = 3 + 3
6 = 2 x 3
36 = 9 x 4
9 = 3²
4 = 2²
3² = 3 x 3
3 x 3 = 3 + 3 + 3
2² = 2 x 2
2 x 2 = 2 + 2
36 = (3 + 3 + 3) x (2 + 2)
36 = (3 + 3+ 3)x 2 + (3 + 3 + 3)x 2
36 = 3 x 2 + 3 x 2 + 3 x 2 + 3 x 2 + 3 x 2 + 3 x 2
36 = 3 + 3 + 3 + 3 + 3 + 3 + 3 + 3 + 3 + 3 + 3 + 3 + 3 + 3 + 3 + 3 + 3 + 3 + 3 + 3 + 3 + 3 + 3 + 3
Resumindo, 36 = 36
Nomes e codinomes.
Tantas formas de escrever algo que nem existe por si...
